Desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim tem gerado queixas de passageiros devido a abordagens insistentes logo após a saída da área restrita. O que deveria marcar o início da viagem ou o retorno para casa, segundo relatos, dá lugar a um ambiente de pressão e desorganização no principal terminal do Rio de Janeiro. Na área de chegadas internacionais, passageiros relatam um “corredor de assédio”, com ofertas simultâneas de transporte, passeios, chips, câmbio e até limpeza de calçados. Mesmo após recusas, muitos dizem ser seguidos até deixarem o terminal.
TRANSPORTE IRREGULAR CAUSA INSEGURANÇA
Crescem as queixas sobre motoristas sem identificação oferecendo corridas fora dos canais oficiais. Alguns usam camisetas com a palavra “táxi”, sem vínculo autorizado, e prometem preços que nem sempre se confirmam.
TURISTAS SÃO OS MAIS VULNERÁVEIS
Estrangeiros aparecem entre os principais alvos, por desconhecerem o sistema local, ficando mais expostos a ofertas enganosas e cobranças abusivas.
RELATOS DE ABUSOS
Há casos de agressões verbais após recusas e corridas que podem ultrapassar US$ 300 até bairros turísticos, além da insistência de serviços não solicitados.
IRREGULARIDADES E FISCALIZAÇÃO
Também foram identificadas práticas de câmbio ilegal e conflitos entre vendedores. Apesar da presença de forças de segurança, passageiros relatam falta de controle no terminal.
IMPACTO NA IMAGEM
Para o setor de turismo, a situação prejudica a imagem do Rio de Janeiro. A concessionária RIOgaleão afirma atuar com autoridades para coibir irregularidades, enquanto a Aena diz estar em fase de planejamento da gestão. Investigações seguem em andamento.